Quando eu tenho verdadeiramente algo, conjugo no presente o verbo possuir; o tempo passa e a probabilidade de não ter mais o que se possuiu em um passado é grande e mesmo dessa forma é necessário ainda sim saber conjugar tal verbo nos pretéritos. Já no futuro conjuga-ló é perigoso e arriscado, cabe a quem deseja tomar coragem ou apenas progedir e só obter quando literalmente agarrar.
Aquilo que foi meu, foi por que já não é mais e tem total liberdade de ter gana de possuir o que agora quiser, eu já abri mão e contino a caminhar descobrindo e possuindo o que meu agora de fato é.
Existem posses que se escondem, e por se apagarem ocorre grande medo de serem possuídas, essas devemos também não possuir.
Pecado é pecado, não existem níveis fracos ou fortes, pecar é apenas pecar, como todos fazem.
Uma reflexão que fiz no dia 24/02/2010 que é muito valida.